Aumentam casos de sequestros-relâmpagos com resgate em Pix: saiba como se proteger


Os criminosos passaram a utilizar o novo tipo de transferência - o PIX - para cometer roubos com retenção á mão armada e sequestros-relâmpagos. 

São Paulo, desde dezembro de 2020, já contabilizou mais de 200 crimes do tipo.

Os criminosos rendem as vítimas, por vezes até dentro de um veículo e obrigam a fazer a sangria das contas bancárias.

É rápido e eficaz, porque o dinheiro cai na hora. 

Além disso, os criminosos não atuam sozinhos. Sempre há alguém em constante atenção, movimentando o saldo que é recebido nessas contas de laranjas - que recebem o valor roubado -  dificultando o cancelamento e até o reembolso posteriormente.

Muitos bancos oferecem apoio e o cancelamento da transação em caso de roubo mediante apresentação do Boletim de Ocorrência. No entanto, a Federação Brasileira de Bancos alerta que as  instituições financeiras possuem suas próprias políticas de análise e ressarcimento.

A expectativa é de que as instituições financeiras ampliem cada vez mais a segurança das transações digitais de forma a proteger os clientes. Nos caixas eletrônicos, as notas roubadas são manchadas para evitar que o  dinheiro circule. Espera-se que algo parecido ocorra em ambiente digital.

Trouxemos então, três dicas de segurança para minimizar o risco de perder altas quantias em situações de assalto ou sequestro-relâmpago:


- Se possível, tenha um smartphone exclusivo para gerenciar suas contas e transações bancárias, e o mantenha em casa. 

- Conheça a política do seu banco para análise e ressarcimento em casos de roubo.

- Conheça os limites de transação PIX oferecidos pelo banco onde você costuma movimentar ou guardar dinheiro e mantenha permitido apenas as transações de baixo valor.


Kathy Moreno

Pedagoga, escritora, curiosa, apaixonada por boas comidas, boas histórias, viagens e por tudo que traga leveza à vida. 🍀

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